Bahia, Sergipe e suas belezas

De volta de Brasília, barco abastecido, vela grande consertada pela Vinx, do Duda, tudo pronto, encontramos a Nádia e o Chico do MM2000, que também estão se preparando pra seguir pro Caribe, e estão comprando uma balsa.

Conversa vai conversa vem a Nádia fez contato com a Bianca da ABVC que nos mandou o email com a carta de apresentação pra pegarmos o desconto do clube, assim além de excelente em termos de tranquilidade e segurança, ficou em conta.

Seguindo a dica deles alugamos um carro bem mais barato e fomos pro norte, conhecer a Praia do Forte, onde visitamos o “Projeto Tamar”, Mangue Seco, Aracaju e os Cânions do Xingó.

Novamente com a ajuda do Booking.com conseguimos boas pousadas com custo razoável, exceto pela de Mangue Seco, “O Forte”, do francês Yves, da Bretagne, casado com uma bela baiana, que era a melhor pousada de lá, mas nenhuma “brastemp” e bem carinha.

Aracaju foi uma agradável surpresa, com suas muitas praças, um mercado impecavelmente limpo e organizado, e o interessante Museu da Gente Sergipana.

Em Piranhas, a cidade na margem alagoana do São Franscisco, escolhemos o Hotel dos Sinos, pela localização, e valeu a pena, apesar do café da manhã fraquinho a vista do quarto compensava tudo, valeu até acordar (meio atrasada) pra ver o sol nascer no vale.

Só encaramos os 337 degraus até a cidade na primeira noite, na segunda ficamos na pousada mesmo.

Os cânions são bonitos mas o passeio foi totalmente frustrante. O Pig vai ficar me devendo essa por um bom tempo, eu, que de bicho do mato passei a bicho do mar, pra quem mais de 3 é multidão, e passo longe, encarei esse passeio de catamarã com mais de 200 pessoas a bordo, música alta e ruim, e o pior, sem que fosse possível mergulhar (levamos até máscara e snorkel) a não ser num cercadinho com todos. Sem chance, encaramos o chuveiro do catamarã e nos posicionamos melhor pra conseguir, pelo menos, algumas boas fotos.

A visita guiada à usina no entanto foi muito legal, o guia era ótimo,  eramos só nós 3 e consegui relaxar um pouco e curtir.

Na viagem de volta ainda passamos em São Cristovão, a primeira capital de Sergipe, patrimônio histórico, visitamos a igreja e provamos o sorvete e os biscoitinhos das freiras do orfanato.

Encontramos o Blues noutra poita mas bem.

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