2 meses no Bracuhy

Deixamos o Blues no cais I e fomos a Brasília pegar o carro, chegando lá resolvemos trocar a TR4 e a Strada cabine extendida por uma Strada cabine dupla, que seria mais útil no Bracuhy, e com isso levamos um pouco mais de tempo pra voltar.

Mas, já com o carro novo, voltamos via Inhotim, perto de Belo Horizonte, um parque com obras de arte muito interessantes e jardins fantásticos.

Chegando ao Bracuhy a primeira providência foi limpar o terreno, que estava o maior matagal, e acertar com o mestre de obras.

Ainda fomos ao Rio 2 vezes ver o meu irmão, Maurício, que mora na França e estava de passagem pelo Rio e renovar o visto americano, mas depois nos concentramos nas modificações necessárias para adequar o projeto às condições pós-reforma do Blues, ou seja, pouca grana.

A obra começou, uma casinha pequena, só para termos um porto seguro na volta da viagem, mas que está ficando como imaginamos.

Medimos a profundidade da dársena na maré baixa, lua nova, em agosto (dizem que é qdo há a maior variação) e ficamos mais tranquilos, parece que o flutuante estará flutuando mesmo nessa situação, sem que seja preciso avançar muito e atrapalhar a passagem de ninguém.

Aproveitamos um final de semana para ir a Cambuquira, visitar a minha avó, que está com 98 anos e quer ter notícias de tudo e de todos, e nos encantamos com os ipês amarelos floridos por todo lado.

Com 02 meses de Bracuhy já estamos com tudo definido, orçado e encaminhado para que a obra não pare enquanto estivermos viajando. Vamos ao Canadá, via USA, visitar o Drigo e minhas irmãs, Li e Bê, sobrinhos e cunhados, respectivamente. Serão apenas 12 dias e não deve atrapalhar muito.

 

 

 

 

 

 

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