Temporada dos furacões 2018

Levamos 3 dias de St. Croix, USVI para Curaçao, foi bem tranquilo, não avistamos viva alma.

Chegamos e fomos direto pra Curaçao Marine preparar o Blues pra subir e ficar em segurança, no seco, enquanto voamos para Brasília para dar uma força pro meu pai que estava com suspeita de um grave problema de saúde.

Por sorte não era nada mais sério e aproveitamos pra matar as saudades dos filhos, nora, netas de 4 patas, pais, amigos e fazer os check ups todos.

Tudo sob controle, fomos a Floripa ver a Rosinha e em seguida pros US, cuidar da casa e dos cachorros dos Toboreks, enquanto eles iam ao Brasil visitar meus pais.

Ficamos mais 2 meses dando uma força pois a nanny deles foi pra Honduras renovar o visto e não conseguiu voltar, visitamos a tia Vera na California e com as com as aulas começadas, a vida deles normalizada (na medida do possível) era tempo de voltarmos pro Blues.

Encontramos menos mofo do que esperávamos mas em compensação centenas de asas e cupins, quase todos mortos (acho que de tanto calor), alugamos um carro e ficamos num airbnb enquanto tornávamos o barco habitável novamente.

Enquanto isso o pessoal da marina fazia o serviço da quilha / skeg / leme, onde a tinta venenosa havia sido removida durante o encalhe.

Por sorte, dessa vez, depois da semana no airbnb, ficamos só 2 dias no seco e mais 4 na marina, 13 dias depois de chegar a Curaçao demos saída rumo a Bonaire.

Escolhemos um dia de vento fraco e ondas pequenas pois é totalmente contra o vento e levamos 7 horas no motor.

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