St Croix, US Virgin Islands

St Croix, que se pronuncia “crois” e não “croá” como imaginávamos, foi uma das ilhas mais legais que estivémos, as pessoas super simpáticas, a começar pelo dentista californiano que colou meu bloco de volta (pelo preço eu deveria ter usado super bonder), o artesanato local criativo, pra todos os gostos e preços, as paisagens lindas e os vestígios dos furacões recentes quase inexistentes.

Só o fundeio era sofrível, pois com a variação de maré, a ondulação passava por cima da barreira de corais e com a posição que o vento forte nos deixava, foi uma semana dormindo no chão da sala, pois na nossa cabine, o barulho das ondas no espelho de popa parecia de trovões, impossível de pregar o olho.

Pra dar saída só no aeroporto e alugamos um carro novamente, pra aproveitar e reencher o gás, o preço do aluguel era praticamente o mesmo do táxi, e não dava pra ir de ônibus, aliás, diferentemente de St Thomas, que tem o “safári”, um ônibus aberto, super legal e barato, não vimos ônibus algum.

Fomos 2 vezes ao monumento do Millenium, o ponto mais a leste dos Estados Unidos, no por do sol, muito legal.

Quando estávamos levantando a âncora pra ir ao parque da Buck Island, o motor apagou (o Pig tinha fechado o diesel por causa de um pequeno vazamento no filtro e esquecera de abrir) por sorte antes da âncora soltar, e foi a maior novela pra voltar a funcionar, procuramos solução na internet, com o grupo da “turminha do caribe” no whatsapp, mas quem deu a dica definitiva foi o Zé Carlos, nosso mecânico lá de Porto Alegre!

Acabamos só indo ao parque na véspera da saída pra Curação, o vento não dava trégua!!!

 

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