Wet blasting

No dia 24 de outubro  nos mudaram para a área do wetblasting, um sandblasting molhado, feito com pó de vidro e um inibidor de ferrugem.

Não dava pra ficar no barco durante o dia mas quando o serviço parava, apesar de tudo empoeirado, a gente podia “voltar pra casa”, tentar abrir gaiutas e vigias, apesar do tal pó de vidro entrar com o vento, pra refrescar.

Mas tudo estaria bem se o serviço estivesse sendo bem feito, o que não aconteceu, depois da segunda mão do primer (Interprotect 2000E), uma demora enquanto se discutia sobre se iríamos ter que pagar mais US 150 além dos 4 mil que já estávamos pagando, só pelo blasting, pra levantar o barco o suficiente pra fazer uma solda na quilha, quando o barco já deveria estar alto o suficiente pro fundo da quilha ser tratado, foi o suficiente para aparecerem pontos de ferrugem por todo o casco.

Foi o maior stress, ninguém da marina dava retorno, ficaram nos enrolando o maior tempão, e finalmente deram como solução fazer um novo blasting em algumas áreas, lixar outras e cobrir tudo com filler epoxy, mas só depois de mandarmos um email pra nossa seguradora com cópia pra eles.

Quando precisaram nos mudar de lugar pra liberar a área do blasting, as 3 de mãos do antifouling (Micron Extra) ainda não estavam bem secas e, resultado: onde as fitas do travelift encostaram, a pintura ficou danificada. Lixaram e aplicaram novamente as 3 demãos.

Pra não correr mais riscos resolvemos ficar um pouco mais e ter certeza que não iria danificar novamente na hora de ir pra água.

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