amigos

Nada como ter amigos chegando pra vencer a inércia e seguir adiante!

Antes de sair da Martinica substituímos, finalmente, o lavac (supostamente o melhor sanitário do mundo)  que há 7 anos nos dava MUITO trabalho, por um Jabsco manual, que é mil vezes mais eficiente, mas um taurino leva um bom tempo pra mudar de idéia, quando muda…

Pulamos a Dominica (embora digam que vale a pena) e fomos pra Iles de Saintes, pegamos uma das muitas excelentes poitas disponíveis. Dar entrada, como em toda ilha francesa, foi mega simples, num café, 3 Euros, e alugamos um carrinho de golf, num dia de chuva, pra dar uma circulada na ilha e visitar o forte Napoleão.

Nos mudamos pra outra poita na Ile a Cabrit, em frente, pois balançava menos e depois seguimos pra Deshaies , no noroeste de Guadaloupe, onde alugamos um carro pra ir a Point a Pitre, comprar uma nova bomba de diesel pro gerador (vai que a outra, trocada há um ano, já era a causa do mau funcionamento) e circulamos pela ilha, que é muito legal, estradas e trilhas boas, valeu o passeio.

De lá pra Antigua foi um pulo, e na chegada avistamos uma regata ao longe, embora a semana de vela já tivesse terminado. Seguindo a orientação de diversos amigos fomos pra Jolly Harbour, um grande condomínio naútico, que nos lembrou o Bracuhy.

Nossos amigos, Taisa e Caio Moschetta, que eu não via há mais de quarenta anos e o Pig nem conhecia, chegaram e foi uma festa, muitos papos, uma vida inteira pra botar em dia, muitas afinidades, muita coisa em comum, foram poucos dias, mas valeu, e acho que deu pra eles terem um gostinho da vida no mar, já que pensam em fazer como nós! 🙂

Depois que eles se foram saimos da poita pra fundear próximo e passamos por fortes emoções, mas isso é história pra próxima vez.

 

 

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