Martinica, o melhor até agora

Já são 5 meses de Martinica, e não é à toa, chegamos à conclusão de que é o melhor lugar que paramos com o Blues desde que saímos de Porto Alegre em 2011, por várias razões, mesmo com muitos barcos dá pra ter tranquilidade, parar mais afastado e ter privacidade, as opções de snorkeling são inúmeras, tantas que sempre é possível escolher um lugar sem mais ninguém, as trilhas são muitas e bem sinalizadas, padrão França.

É fácil abastecer o Blues de água (quando por alguma razão não dá pra funcionar o desalinizador), de diesel, e de comida. A marina é “friendly”, mesmo quando está lotada, é possível receber encomendas através dela, trocar dinheiro e pegar informações. A internet 3G não é lá essas coisas mas existem vários lugares com wifi gratuito, onde é possível passar a tarde toda e só pedir uma água, ou nada.

Dá pra fundear dentro da baía ou fora, dependendo das necessidades e das condições de vento e ondas, é quente mas venta bastante quase o tempo todo, é seguro, dá pra dormir com as gaiutas abertas, apesar das chuvas repentinas. Não há pedintes nem vendedores perturbando no barco ou em terra, (o salário mínimo é € 1200, e quem não trabalha recebe € 800 do governo).

Resumindo, é uma ilha próspera, civilizada, com as belezas naturais bastante preservadas e que ainda por cima conta com todo tipo de profissionais que um barco pode precisar, se você puder pagar (cobram por hora, e bem caro) e as lojas náuticas tem de tudo, até o kit do Lavac!

Nem todos falam inglês, nem todos são simpáticos, mas sempre conseguimos nos entender e achar o que precisávamos, e isso tudo sem falar nas deliciosas baguetes e os bons queijos baratos!

Essa conclusão nos surpreendeu, pois imaginávamos que o melhor lugar fosse o mais deserto, o mais remoto, mas nem só de snorkeling vive o Blues…

Então, já que continuamos esperando a peça pro gerador que está vindo de St Martin com um brasileiro, amigo de outros brasileiros que conhecemos aqui, o Vagner, a Fabi e o Oto, do Christalino, alugamos um carro numa tarifa legal de final de semana e fomos conhecer o que ainda faltava da ilha, o norte, onde fica o Mt Pelée, que em 1902 devastou St Pierre, na época a capital, e também o SO, pra ver se vale a pena ir de barco a alguma das várias “anses”.

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