Ilhas Virgens

 

 

A melhor coisa das famosas Ilhas Virgens, pra nós, foi a visita do Leo e da Tati!!!

Estávamos nas americanas e eles conseguiram um bom vôo para as britânicas e lá fomos nós.

O aeroporto é ao lado de Trellis Bay onde há poitas e um cais flutuante novinho em folha de um bar/mercadinho. O restante ainda está bastante danificado.

É triste ver tanta destruição quase chegando a nova temporada de furacões mas foi uma alegria enorme recebê-los. Quantas saudades!!!!

O roteiro que havíamos feito teve que ser ajustado em função do tempo (as previsões nunca são exatas) e fizemos boas velejadas (outras nem tanto), excelentes mergulhos, e curtimos o tempo juntos!

Quado se foram o vazio dentro do barco, e da gente, ficou enorme mas faz parte, e nos ocupamos das panes diárias pra tentar acalmar o coração.

 

 

 

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Sint Maarten

 

Levamos 48h da Martinica até Sint Maarten e chegamos em plena Heineken Regata. Não fazíamos idéia. O maior agito.

Passamos a primeira noite balançando do lado de fora na Simpson Bay e no dia seguinte entramos pela ponte que abre em horários predeterminados.

Dentro da lagoa é super calmo, e fomos pra uma marina ainda em reconstrução, ao lado da loja pra trocar a corrente. Encalhamos 2 vezes e no cais ficamos boiando só na maré alta.

Corrente trocada, pintada e marcada de 5 em 5 m, fomos usando a água, lavando roupa, etc e tal, pra ir ficando mais leve e na manhã seguinte, aproveitamos a maré cheia e a falta de vento, pra sair, de ré, devagarzinho, sem encalhar. Manobra perfeita!

Fundeamos, agora de corrente nova, revisada, elo a elo, só pra ter certeza, onde havia bastante espaço, próximo à ponte pivotante que dá passagem pro lado Francês.

É muito triste ver tanta destruição. O lado holandês já está se recuperando mas o lado francês ainda é assustador,  n carcaças de barcos, prédios em ruínas, estacionamentos cheios de carros destruídos, muito, muito triste. Mas é bom pra nos lembrar de estar fora da zona dos furacões antes da temporada começar!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Martinica novamente!

 

Chegando na Martinica, depois de uns dias em St Anne, fomos pra marina checar, elo a elo, os 62m restantes da corrente novinha, pra ver se havia mais algum problema, parecia tudo ok, invertemos pra marcação ficar correta de 5 em 5m, mas continuamos inseguros e como os ventos estavam muito fortes pegamos uma poita do Laurent, nosso velho conhecido.

E valeu pois, por 3 semanas, os ventos não deram trégua, e sem uma corrente digna de confiança, ia ser complicado, no Marin seria complicado resgatar uma âncora, não há visibilidade suficiente.

Fizemos contato com a Budget Marine de Grenada, que nos vendou a corrente, e a solução foi irmos pra St Maarten, entregar a corrente partida e pegar uma nova.

Enquanto esperávamos, uma janela de ventos e ondas favoráveis, trocamos a tampa da entrada que apodreceu, orçamento do marceneiro 800 €, por uma de um composto plástico feito por nós por 180 €. 🙂

Aproveitamos a facilidade dos supermercados com cais pro botinho e preços bons, pra abastecer o Blues pelos próximos meses, fomos fazendo várias viagens, arrumando, pra ver o quanto conseguíamos estocar, nossa idéia é que dure até chegarmos à Florida.

 

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Voltando a navegar


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Mais um resgate de âncora

De Tobago Cays seguimos para Bequia, e qual não foi a nossa surpresa quando ao tentar fundear, apenas pela quarta vez com a nova corrente, a âncora se foi com 8 m de corrente e o restante ficou na caixa.

Fundeamos com a âncora reserva próximo ao local onde a nossa Rocna 33 deveria estar, já havia um catamaran de charter bem em cima, pois leva um tempo pra colocar a âncora reserva na posição e acoplar o restante da corrente, e fomos com o botinho mergulhar para resgatar a dita cuja.

Por sorte a água em Bequia é limpa, foi fácil encontrá-la e estava somente a cerca de 5m de profundidade. A nova pintura verde fosforescente também ajudou. Estamos ficando experts em resgate de âncora, essa foi a terceira vez!

Achamos o elo partido dentro da caixa junto ao restante da corrente, parecia ter sido cortado!!!!

Imaginamos que alguém na loja tenha começado a cortar e mudado de idéia…

Por sorte não aconteceu nada mais grave, mas poderíamos até ter perdido o barco!!!

 

 

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Tsunami day

 

 

 

No domingo 5 novembro sentimos o barco tremer, em terra, era um terremoto, 5. 9 na escala Richter!

O epicentro havia sido mais ao sudoese, no mar, e ficamos preocupados com a possibilidade de um tsunami.

Por coincidência era o dia mundial de prevenção ao tsunami!

Avisamos nossos amigos franceses, preparamos o barco da melhor forma possível, pegamos o que nos pareceu imprescindível, tipo passaportes, carteira, água e barrinhas de cereal e subimos o morro ao lado da marina pra aguardar os acontecimentos.

Os franceses acabaram nos encontrando e tinham levado um verdadeiro picnic! Esperamos sentados na sombra da única árvore que encontramos no ponto mais alto e quando passou o tempo que o tsunami levaria voltamos, nos sentindo meio ridículos mas melhor prevenir que remediar…

 

 

 

 

 

 

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Wet blasting

 

 

 

No dia 24 de outubro  nos mudaram para a área do wetblasting, um sandblasting molhado, feito com pó de vidro e um inibidor de ferrugem.

Não dava pra ficar no barco durante o dia mas quando o serviço parava, apesar de tudo empoeirado, a gente podia “voltar pra casa”, tentar abrir gaiutas e vigias, apesar do tal pó de vidro entrar com o vento, pra refrescar.

Mas tudo estaria bem se o serviço estivesse sendo bem feito, o que não aconteceu, depois da segunda mão do primer (Interprotect 2000E), uma demora enquanto se discutia sobre se iríamos ter que pagar mais US 150 além dos 4 mil que já estávamos pagando, só pelo blasting, pra levantar o barco o suficiente pra fazer uma solda na quilha, quando o barco já deveria estar alto o suficiente pro fundo da quilha ser tratado, foi o suficiente para aparecerem pontos de ferrugem por todo o casco.

Foi o maior stress, ninguém da marina dava retorno, ficaram nos enrolando o maior tempão, e finalmente deram como solução fazer um novo blasting em algumas áreas, lixar outras e cobrir tudo com filler epoxy, mas só depois de mandarmos um email pra nossa seguradora com cópia pra eles.

Quando precisaram nos mudar de lugar pra liberar a área do blasting, as 3 de mãos do antifouling (Micron Extra) ainda não estavam bem secas e, resultado: onde as fitas do travelift encostaram, a pintura ficou danificada. Lixaram e aplicaram novamente as 3 demãos.

Pra não correr mais riscos resolvemos ficar um pouco mais e ter certeza que não iria danificar novamente na hora de ir pra água.

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Vida no seco

 

 

 

 

A vida a bordo tem seus prós e seus contras, mas na vida a bordo com o barco fora d’água é difícil encontrar algum pró.
Quando soubemos que a temporada dos furacões seria intensa, decidimos deixar o barco no seco, num boatyard e optamos pela Grenada Marine, bem no sul da ilha, afastado de tudo, pois tinha vaga, e poderíamos trabalhar, nós mesmos, em alguns dos reparos necessários.

Chegamos de volta dia 18 de outubro, depois de 4 bons meses de viagens e curtição dessa nossa família espalhada pelo mundo.

O Blues estava bem, menos sujo e com menos mofo do que temíamos.

No seco não dá pra usar água, nem banheiro, é como acampar, com os banheiros lá longe, e cozinhar sem ter água corrente, na base do balde (se bem que vi muito barco jogando a água servida no chão), de dia a temperatura dentro do barco chega a 36 Celsius mas de noite refresca pra cerca de 28 Celsius, dormir só com o ventilador na cara!

Pros velhinhos, que vão ao banheiro algumas vezes durante à noite, colocar uma roupa decente, descer as escadas, andar cerca de 200m pra chegar num banheiro não muito limpo, ser atacado por incontáveis mosquitos, pra voltar e tentar pegar no sono novamente, não é tarefa fácil…

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Hurricane Season

Passamos 2 meses na Alemanha, ajudando e curtindo, minha irmã Andrea, cunhado e sobrinhos. depois Alpes alemães, suiços, italianos, e franceses com filho e nora, Leo e Tati,em seguida 2 semanas com os sobrinhos e a cunhada Maga na França.

Pra então seguir pro Canadá e curtir os netos, nora Kris e conhecer Quebec City, pra só depois voltar pros Estados Unidos e ficar mais um tempinho com minha irmã Roberta, cunhado, sobrinhos e cachorros, antes de retornar pra Grenada.

Mas como a temporada continuava movimentada, com o Nate se formando, decidimos ficar mais um pouco e fomos pra California, visitar minha tia Vera e conhecer o Yosemite, São Francisco e a famosa Highway 1. Foi ótimo.

Nos divertimos muito esses meses todos, matamos muitas saudades e ajudamos um pouco.

É preocupante saber que os lugares que pretendemos passar nos proximos meses foram devastados por tantas tempestades e furacões, estamos revendo nossos planos a curto, médio e longo prazo, mas por enquanto é preciso voltar e colocar o Blues em condições de seguir viagem novamente!

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Voltando rapidamente.

Quando os amigos se foram, saimos da poita e voltamos pro fundeio logo na entrada da marina, mas um forte temporal fez com que girássemos em torno de nós mesmos algumas vezes e quando demos pela coisa já estávamos no meio do canal, tentei recolher a âncora mas tudo que veio foi a corrente com 10 m a menos.
Voltamos para a poita de baixo da maior chuva e no dia seguinte, logo cedo, nos preparamos pra tentar resgatar a nossa estimada Rocna de 33 kg, deixamos o Blues em segurança na poita, e com o motor de popa de 15, fomos no botinho para o local onde o GPS indicava que tínhamos rodado.
A água estava turva por conta da chuvarada da véspera e ficamos procurando de snorkel por um bom tempo sem sucesso, até que quando já íamos voltar pro bote o Pig avistou a corrente e chegou na âncora que estava devidamente “fincada” na areia. Tivemos que puxá-la ao contrário pra que soltasse, não foi fácil, mas felizmente conseguimos.
Agora precisávamos achar uma nova corrente pois acoplamos o que restava da antiga mas não havia como confiar que não fosse arrebentar em outro ponto.
Mas nada é tão simples e nem barato, e fomos pesquisar melhor qual a corrente realmente adequada pra segurar as nossas 17 toneladas!
Voltamos então de poita em poita, rapidinho, pois estávamos com o voo marcado pra dali a menos de 15 dias.
De Antigua fomos pra Illes des Saintes (Ile Cabrit), Santa Lucia (Pitons), Union Island, Tobago Cays (não dá pra passar perto e não dar uma paradinha), Carriacou (Sandy Island) e finalmente Grenada (Mount Hartman Bay), só parando nos lugares onde sabíamos que haveriam poitas disponíveis.
Deu tudo certo e chegamos com tempo para preparar o barco para nossa prolongada ausência, durante a temporada dos furacões.
O plano era deixar o Blues em Mount Hartman, na mesma poita do George, onde já estivera no início do ano, mas com a perspectiva de uma temporada tão movimentada e levando em conta que teríamos que subir de qualquer forma pra refazer o fundo, optamos por deixá-lo no seco, na Grenada Marine.
Ainda tivemos tempo de ir ver a desova de uma tartaruga de couro no norte da ilha, uma experiência única!
Tudo pronto, embarcamos dia 15/ junho para os Estados Unidos e depois de uma semana Alemanha, pra ajudar minha irmã Andrea, que faria uma cirurgia no final de junho.

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